Ser mulher

Livre, louca, destemida…

Intuitiva, acolhedora, observadora…

Criativa, destemperada, abusada…

Conhecer a bioquímica do meu corpo, do ciclo meu hormonal, do meu sangue…

Relacionar-me com a minha yoni…

Tudo isso não significa separatismo, pacto com a matrix…

Significa explorar a máxima potencialidade da energia feminina do meu corpo para compartilhar com a máxima potencialidade que faz morada no arquétipo masculino.

É desse encontro que eclode a máxima potência da experiência, da criação.

Estou pronta, Carl Jung, para espelhar a anima inconsciente na psique do homem igualmente pronto para despertar meu animus.

De um Shivão, claro!

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